Bolo de Cenoura da Mamãe!

Bolo de cenoura! Receita da mamãe que eu adoro!
Há um tempo, eu resolvi colocar a receita de bolo de cenoura da mamãe aqui mas, por conta de um fermento, o post mudou de rumo... Descobri, ou melhor, o maridão descobriu uma informação escancarada no rótulo do pote de fermento que eu nunca tinha visto: que o tal "pozinho" é transgênico.

E o que era pra ser um simples "passo-a-passo" acabou virando uma reflexão sobre a introdução dos alimentos geneticamente modificados na nossa alimentação. E o bolo? Foi feito, comido e esquecido...

Mas hoje, quando fui fazer novamente o quitute, lembrei do ocorrido e decidi postar a "fórmula de sucesso" dos meus lanches da tarde. É simples, fácil e muito, muito saborosa!

Saboroso, nutritivo e com calda de chocolate! Irresistível!
BOLO DE CENOURA:

- Ingredientes:

. 200 gramas de açúcar. Dê preferência mascavo, ok? Se não tiver dele em casa use o cristal, que é menos processado do que o refinado. Aspartame nunca! Primeiro porque esse adoçante artificial é feito a partir de três substâncias transgênicas: aspartate, fenilanina e mentol.

Depois porque o aspartame é uma neurotoxina e seu uso constante pode afetar o cérebro e o sistema nervoso. E não se esqueça: ainda que você não o utilize no bolo, esse adoçante está presente em refrigerantes e sobremesas diet.

Aqui em casa, normalmente, a gente usa açúcar mascavo.
. 150 ml de óleo. Lá em casa eu só uso óleo de amendoim porque é rico em vitamina E e Ômega 6. Além disso, o óleo de amendoim, ao contrário dos outros óleos, quando aquecido em altas temperaturas (até 220 graus Celsius) não libera substância nocivas ao organismo e ainda mantém a propriedade de seus nutrientes.

Mas se você não tiver esse tipo em casa, tudo bem. Substitua pelo óleo de girassol, de coco ou de gergelim. Evite usar óleos de soja, milho ou algodão porque esses são os campeões entre as culturas geneticamente modificadas.

Óleo de amendoim: o que mais uso na minha cozinha!
Detalhe: com relação ao óleo de canola ainda estou pesquisando. Enquanto não chegar a uma conclusão, não irei usá-lo em minha casa, nem indicá-lo no site, ok?

Dica: ainda que você só cozinhe usando azeite, o ideal é sempre o extra virgem, com acidez máxima de 0,2%, esse óleo não é recomendável para preparações que serão aquecidas porque, com o calor, perde as suas propriedades benéficas ao organismo.

Opte pelos óleos específicos para cozimento em altas temperaturas, como os acima citados. Mesmo porque, pelo menos pra mim, bolo com gosto de azeite não é nada saboroso.

Cenoura: dê preferência para as orgânicas. Foto: Mali Maeder / pexels.com
. 4 cenouras médias descascadas, usando um cortador de legumes ou com a faca mesmo. Se for com a faca é só raspar para retirar a superfície do alimento que fica em contato com o ar.

O objetivo é tentar minimizar a ingestão de agrotóxicos. Se for cenoura orgânica, não precisa fazer nada disso. Só lavá-las, com água e sabão, conforme o habitual.

. 3 ovos (clara e gema)

Sei do risco da Salmonella. Por isso, aqui em casa, só compro ovos de granja certificada.
. 1 pitada de sal (mais ou menos 1 colher de café rasa)

. 2 xícaras de chá (480 ml) de farinha de trigo sem fermento peneirada

. 1 colher de sopa de fermento para bolo, preferencialmente o caseiro, né? Rsrs...

Cuidado: colocar as cenouras inteiras pode danificar o liquidificador! Foto: Pixabay.com
- Modo de preparo:

No copo do liquidificador, coloque o óleo, as cenouras cortadas em pedaços pequenos, para facilitar o processamento, os 3 ovos e o sal. Bata até formar uma mistura homogênea.

Depois de batido, despeje esse líquido em uma tigela, ou bowl, e junte o açúcar e a farinha peneirada. Misture bem.

Por último, acrescente o fermento, misture e vire a massa em uma forma para bolo previamente untada. Aqui em casa eu só uso forma de Teflon porque não necessita untar.

É coisa de vó, mas só utilizo nas minhas receitas a farinha de trigo peneirada...
Caso você não tenha esse tipo de forma, para untar a de alumínio é fácil: usando um pincel ou um guardanapo de papel, passe manteiga ou óleo até o topo da forma.

Depois polvilhe com farinha e vire a forma para eliminar o excesso. Aí é só colocá-la no forno previamente aquecido a 180 graus Celsius. Deixar assar por, aproximadamente, 30 minutos.

A partir daí, vá monitorando o seu bolo de minuto a minuto. E faça o famoso "teste do palito" espetando-o em vários pontos da massa. Quando o palito sair "limpinho" é porque o seu bolo está totalmente cozido.

Controle sua vontade de comer bolo quente! Se não deixá-lo esfriar seu bolo vai quebrar na hora de desenformá-lo.
Detalhe: depois do bolo pronto, sempre fica a dúvida: desenformá-lo imediatamente ou não? O melhor é retirá-lo do forno e deixá-lo esfriar, de 10 a 15 minutos, antes de tirá-lo da forma. Esse procedimento vai diminuir bastante a probabilidade do seu bolo rachar.

Agora, se depois de tudo isso o seu bolo não ficar maravilhoso (o meu, normalmente não fica tão lindo) tem um truque pra deixar seu prato mais atrativo: calda de chocolate!

Meu bolo de cenoura e a calda de chocolate especialmente feita para o maridão.

É opcional e, claro, nada saudável! Rsrs... Mas combina bem com bolo de cenoura e pode te ajudar a "esconder" os defeitinhos do seu quitute. Aqui em casa eu sempre faço uma cobertura porque meu marido adora!

O que a maioria das pessoas usa como calda é um brigadeiro bem mais mole. Mas eu prefiro a Ganache porque, além de não ser fã de chocolate (tirando as trufas, é claro!), não gosto de nada muito doce.

Por isso, em vez de fazer uma calda com leite condensado e chocolate em pó, eu usei chocolate meio amargo e creme de leite nessa misturinha que disfarça as imperfeições e ainda deixa o seu bolo mais molhadinho...

E pra fazer a Ganache é bem fácil. Se tiver com preguiça nem precisa usar os pedaços de chocolate. Basta misturar o cacau em pó ao creme de leite fresco de baixa acidez e bem quente.

Quer fazer uma Ganache em dois tempos? Use cacau em pó... Foto: Marco Almbauer / commons.wikimedia.org
Cacau,  ok? Principalmente se você também não curte nada muito doce, já que os achocolatados têm açúcar em excesso. Essa é a maneira "preguiçosa". Dá certo. Só não pode deixar o creme de leite fresco ferver...

A outra forma é a tradicional, que consiste em ralar o chocolate em barra e derretê-lo em banho-maria à uma temperatura de, aproximadamente, 45º C.

Lembrando sempre de ir mexendo sempre a panela até o chocolate virar um creme uniforme e brilhante. Isso é bem importante para o bom resultado da receita já que calda empelotada não é nada bonito, né?

Derreta sempre o chocolate em banho-maria. Assim você evita queimá-lo.
E não se esqueça: ainda que você decida usar o chocolate em barra também tenha muita atenção à escolha do produto! Trabalhe sempre com ingredientes de qualidade! E pra ter certeza dessa excelência é só olhar o rótulo.

Um bom chocolate apresenta, em sua composição, concentração correta de cacau e manteiga, lembrando que a maioria das marcas brasileiras costuma ter na fórmula grande teor de gordura hidrogenada.

Outro detalhe importante: ainda que de qualidade, ou seja feito 100% com manteiga de cacau, chocolate não é tudo igual. Existe o amargo, o meio amargo, o ao leite, branco, 70%... E, além do gosto, essas variedades se diferem na quantidade dessa gordura.

Cuidado: os chocolates de qualidade duvidosa têm, na composição, muita gordura hidrogenada!
E aí a conta é simples: como creme de leite é rico em gordura, quanto mais manteiga de cacau presente na barra menos creme de leite você terá que acrescentar para fazer a Ganache.

A proporção ideal? Vá experimentando sem medo de errar! Afinal isso aqui tá longe de ser prova do Masterchef! É só um delicioso bolo de cenoura com calda de chocolate para alegrar ainda mais seu dia, não é mesmo?

Mas não atropele a ordem das coisas! Antes de colocar o creme de leite derreta bem o seu chocolate, tá?

Já que esse chocolate vai acabar na minha barriga, aproveito o momento pra fazer a academia do dia... Rsrs...
O chocolate vai estar totalmente derretido quando o creme ficar homogêneo e com aparência aveludada.
Mas se só no olhômetro você não conseguir se decidir, deixo registrado aqui uma tabelinha básica das proporções para Ganaches feitas com base de chocolate feito 100% com manteiga de cacau, istó é, sem conter gordura hidrogenada na fórmula:

- Chocolate Amargo: para cada 100g utilizadas acrescente  50ml de creme de leite.
- Chocolate ao Leite: para cada 100g utilizadas acrescente  35ml de creme de leite.
- Chocolate Branco: para cada 100g utilizadas acrescente  25ml de creme de leite.

Essas proporções, normalmente, costumam ser as ideais. Mas é claro: tudo vai depender da marca do chocolate e do tipo do creme de leite... Mas não se preocupe: no fim dá certo!

Pode confiar! Sua Ganache vai ficar linda assim! Foto: Petr Kratochvil / publicdomainpictures.net
Ah, uma última dica. Aproveite para cobrir o seu bolo com a Ganache ainda morna porque é mais fácil espalhá-la no bolo, ok?

Vai um pedacinho aí?
E se no final der tudo errado (o que eu duvido muito) não esquente. É só não convidar ninguém para o lanche e comer o bolo inteiro sozinho! Mesmo porque, se não ficar bonito uma coisa eu garanto: vai ficar gostoso! Rsrs...
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Jantar na Torre de TV de Berlim!

Com o maridão no Sphere Restaurant, apreciando a vista da maravilhosa Berlim!
Sei que é clichê mas, pra mim, a Cidade Luz é mesmo Berlim! Ainda mais vista do alto e saboreando uma bela comida! Nada contra Paris, que também é linda! Mas Berlim... 

Almoçando no Mercado de Manaus!

Provando o famoso Tucunaré no Mercado de artesanato de Manaus!
Nosso primeiro almoço em Manaus foi incrível! Seguimos a sugestão do Djalma, o melhor taxista da capital, e fomos provar as delícias da culinária manauara no Mercado Municipal Adolpho Lisboa

Sabores da Amazônia!

Mari-mari, a graciosa fruta que provei na Amazônia!
Difícil definir o sabor da Amazônia. São tantas cores, aromas, nomes curiosos... Resolvi, então, listar alguns dos alimentos que mais chamaram a minha atenção durante minha curta (e produtiva) temporada na selva.

Provar, no meio da mata fechada, coisas que você nem sonhava que existia é uma experiência fantástica!
MARI-MARI

Começo pela curiosa frutinha que leva meu nome: mari-mari. De cara o formato da casca me fez pensar que o mari-mari se tratava, de fato, de uma vagem. Nunca pensei que aqueles gominhos verdes que poderiam ser doces... E são! E tem gosto de pastilhas Walda! Rsrs...

Mari-mari à venda na banca do seu Siqueira, no galpão das frutas, em Manaus.
Explico: na verdade eu não estava totalmente errada. O seu Siqueira, feirante do mercado de frutas de Manaus me contou que o Mari-mari (ou Inguamari) é um fruto em vagem que fica amarelo quando está totalmente maduro.

Essa casca pode ter de 40 a 80 centímetros de comprimento e, dentro dela pôde-se encontrar de 40 a 120 sementes. Esses gominhos tem a parte de fora comestível. Essa polpa é meio gelatinosa e bem saborosa! Adorei!
            
Ah, não tive só o prazer de provar a fruta. Na Amazônia, passeando de barco, o Chilton me apresentou a árvore do Mari-mari. Exemplar exuberante que sobressai em meio à floresta alagada! 
            
CONGO DO BABAÇU

Lá na selva eu não só pude admirar as belezas amazônicas. Eu tive a chance de prová-las! E aí, nesse quesito, não teve concorrente: o Congo do Babaçu foi minha grande descoberta!

Larva de vaga-lume tirada de dentro do Congo do Babaçu... O maridão foi o primeiro do grupo a comê-la.
Já tinha comido grilo em Cholula, no México. Mas essa experiência na selva foi bem mais significativa! 

Primeiro porque não tive a oportunidade de temperar a larva e depois porque estava ali, no meio da selva. E o contexto fez toda a diferença. Foi muito bacana poder experimentar algo que já foi uma das principais fontes de proteína da população ribeirinha.
            
O Congo do Babaçu, que tem um delicioso gosto de coco, é, na verdade, a larva do vaga-lume que perfura o coco ainda verde e se desenvolve dentro dela. Depois de totalmente formada, sai da casca e passa a iluminar a bela noite amazônica. 

O Congo do Babaçu há tempos, infelizmente, não é mais consumido pelos locais. Com o aumento da frota dos barcos-supermercados e a facilidade do acesso aos alimentos ultraprocessados, o "projeto de vaga-lume" virou alimento para turista. 

PIRANHA

Pesca de piranha na Amazônia: programa de turista!
Já tinha visto piranha bem de perto lá no Pantanal, mas não tive a oportunidade de pescar um exemplar. Desejo também realizado na selva! Aliás, a pesca de piranha no Lago Juma, que é um afluente do Rio Amazonas, foi um espetáculo à parte. 

Pescando pela primeira vez na vida!
Nunca tinha participado de uma pescaria na vida. E pra ser bem sincera não achei que isso daria certo por conta da minha imensa dificuldade em ficar calada... rsrs... jornalista, pequena e curiosa já viu, né? Mas deu muito certo!
          
Em parte acho que foi por conta de organização do grupo no barco. É que o Chilton, nosso querido guia, me colocou entre o Thiago e o Suzuki. Aí ficou fácil. O maridão já sabe (de trás pra frente) como me "manter quieta" e o seu Suzuki é o japonês mais tranquilo e sereno do planeta. 

Aí, caro leitor, não tive outra opção senão pescar! E deu muito certo! Fui a primeira a pegar um peixe! Detalhe: uma piaba (quase do meu tamanho) e pescada pela asa!

Só eu mesmo... Pescar piaba pela asa... Rsrs...
Sério! Não é história de pescador não! Aquela fofura, daquele tamaninho, foi içada pela asa! Depois de tamanha façanha, pescar piranha foi moleza! Rsrs...

Olha só a alegria da garota!!! Rsrs...
O maridão pescou jantar pra cinco pessoas!
Trabalho concluído (no fishing, no dinner) voltamos para a pousada Juma Lake Inn e a simpática esposa do Gerry, a dona Maria Cleide, fritou as piranhas pra gente. Gostei bastante do sabor da carne! Só fiquei um pouco incomodada com a quantidade de espinhos...

Piranha pescada por nós! Só por isso, ficou ainda mais saborosa!
Mas valeu demais a experiência, ainda que também seja "modinha de turista"... Rsrs! Obrigada, meninos!

TAMBAQUI

Existe uma rixa entre Tambaqui e Tucunaré, que são os peixes mais famosos da Amazônia e os preferidos dos moradores locais por serem mais carnudos e saborosos. E esses peixes são, realmente, incríveis!

Eu, particularmente, acho que o Tambaqui dá de mil!!! É o peixe mais saboroso que comi no Amazonas!

Tambaqui no aquário do Museu da Amazônia, o MUSA, em Manaus.
Aliás, o Tambaqui frito que comi no Mercado de Artesanato de Manaus foi uma coisa do outro mundo. Rsrs...

Mas o gostinho de "quero mais" do sabor desse peixe que guardo na memória foi o do meu primeiro almoço no Juma Lake Inn. Foi uma viagem tão longa! Saímos de Brasília às 6 da manha e só chegamos na selva à uma da tarde...
            
Estava verde de fome! Pra completar, fomos recebidos com um delicioso almoço! Bem caseiro! Nada demais, mas tudo bem feito: arroz, feijão, farinha, mandioca frita e Tambaqui...

Tá ou não tá lindo esse prato? Primeiro almoço na pousada Juma Lake Inn. Adorei!
Aí, caro cozinheiro, foi amor à primeira mordida! Desde então o Tambaqui é o meu peixe favorito! Aliás, saímos encantados no Juma Lake Inn! Por tudo! Pela comida, pela hospitalidade, pelas experiências...

Aproveito para agradecer, novamente, ao Gerry Hardy, à esposa dele, dona Maria Cleide, ao Chilton Norman e ao Wilson Neto, da Iguana Turismo, pelo carinho e pela atenção. Muito obrigada, amigos! Já estados morrendo de vontade de voltar!
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Inhame cru pode causar alergia!

Inhame-coco ou Taro pode causar alergia!
Muito cuidado ao descascar inhame cru! Aconteceu ontem comigo uma coisa surreal. Estava descascando o alimento quando senti, de repente, uma picada, igual ao de uma formiga.

A tradicional Opéra, Dalloyau e o Château de Versailles!

Opéra é destaque da vitrine da famosa loja Dalloyau, em Paris.
Sabe o que é o melhor desse universo gastronômico? Estar sempre aprendendo coisas novas! Não existe essa de "sei tudo só porque devorei a bíblia Le Cordon Bleau" ou porque "trabalhei no melhor restaurante" ou porque "comi nas melhores casas do planeta". 

Alimentação infantil e publicidade abusiva em foco!

Cartilha do Idec sobre histórica decisão do STJ é lançada.
A publicação "Direitos Sem Ruído", do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, é lançada no Superior Tribunal de Justiça. A cartilha celebra um ano da histórica decisão do STJ sobre a campanha publicitária "É hora do Shrek", divulgada em 2007 pela empresa Pandurata, detentora da marca Bauducco.

Kojima, o melhor japonês do DF!

Novidade no Kojima! Sobremesa pra lá de especial!
Perfeita! Não existe outra palavra para definir minha experiência no Kojima, o melhor restaurante japonês de Brasília e de todo o Distrito Federal! 

Minha Páscoa na Amazônia

Com os meus novos amigos da Aldeia Tuyuka!
Páscoa, no melhor sentido da palavra. Essa, sem dúvida, é a definição perfeita do meu último feriado prolongado. Pra quem não sabe, fui pra Amazônia.

Peixe assado na crosta de sal!

Peixe assado na crosta de sal pelo chef Francis Mallmann. Foto: reprodução Netflix.
Cozinheiro que é cozinheiro descansa vendo série gastronômica! Mesmo porque, difícil sentar pra assistir outra coisa com o vasto e apetitoso cardápio do Netflix, não é mesmo?

Parar de comer carne?

Carne imprópria para o consumo foi o destaque da semana!
Estava me segurando mas foi tanta besteira que li na minha timeline que não deu pra resistir e o assunto hoje é o do momento: a Operação Carne Fraca! Nas últimas 48 horas, por conta dessa mega investigação da Polícia Federal, o facebook está em alvoroço!

Gastronomia da Europa Central

O Semmelknödel tem formato de almôndega, mas é uma bola de pão.
Conhece essas bolinhas brancas? Já provou? Esse é o Semmelknödel, outro tradicional prato austríaco que conheci em Viena. A bola mais parece uma polpeta desbotada e, pra falar a verdade, não é algo visualmente muito atrativo não. 

Arroz com arsênio?

Arroz com arsênio?
Não, você não leu errado. Comer arroz contaminado com arsênio, por incrível que pareça, infelizmente não é nada de outro mundo. E, pra ser ainda mais sincera (rsrs...) a discussão nem é nova. Mas, como saiu ontem (17/02/17) no site da BBC Brasil (e dia 10/02/17 no portal da BBC Health) o assunto voltou a chamar a atenção de cozinheiros e comensais.

Creme de Camarão!

Creme de camarão em três minutos!
No vídeo de hoje você vai aprender a fazer Creme de Camarão! A receita (super simples) é uma ótima dica para aqueles dias em que tudo o que a gente quer é "fugir" da cozinha! Rsrs... Normal. Até quem adora cozinhar passa por isso! 

Clássicos Austríacos da Gastronomia e da Música!

Provando o maravilhoso Wiener Schnitzel, do Huth Gastwirtschaft, em Viena! Foto: Huth / divulgação.
Já que eu não comi batata na terra do tubérculo (preferi provar comida vietnamita em Berlim) fui saborear a tradicional culinária alemã na Áustria. Adorei! Realmente, uma delícia!

Gentileza, o melhor tempero parisiense!

"Boeuf Bourguignon", um tradicional prato da gastronomia francesa!
Escrever sobre a boa comida de Paris é, pra mim, chover no molhado. Afinal, quem não gosta de crepe, pães, queijos, macarrons, doces folhados, quiches e caldos... Difícil mesmo é não se acostumar com a gastronomia francesa!

Sopa rápida: o seu fim de noite ainda melhor!

Feijão, macarrão e vagem: uma ótima sopa para o seu fim de noite!
Nada pior do que ir dormir com a barriga roncando, não é mesmo? Mas comer "um boi" e deitar também não é a solução!

Praga: conhecendo a Gastronomia Tcheca!

Moravian Sparrow, tradicional prato tcheco que comi em Praga!
Estar em Praga e não experimentar a deliciosa culinária local é um contrassenso. E usar como desculpa o fato de você não comer coisas gordurosas, pior ainda! Afinal, que graça teria pedir uma pizza na capital da República Tcheca? Nenhuma.

Cozinha Vietnamita em Berlim

Provando a deliciosa comida do vietnamita CaoCao, em Berlim!
Não é só de batata e salsicha que vive a gastronomia alemã! Foi o que eu descobri durante minha passagem por Berlim. A encantadora cidade chama atenção pelas belíssimas construções, organização urbana, educação dos moradores e, principalmente, pela diversificada culinária.

Cueca Virada diferente!

Cueca Virada diferente: em formato de bolinho!
Hoje foi dia de bolinho aqui em casa! Tudo porque a minha querida tia Ilda resolveu começar o ano me ensinando a receita dela que eu mais gosto: Cueca Virada!

Rocambole de Nozes!

Rocambole de nozes: uma ótima pedida para a ceia de ano novo!
Sobremesa de fim de ano lá em casa é sempre a mesma: rocambole de nozes! E, normalmente, é o acompanhamento do "jantar da virada". Primeiro porque é um dos poucos doces que eu adoro e depois porque é uma forma de aproveitar aquele tanto de castanha que sobrou do natal...